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Pós Graduação

Processo Penal e Política Criminal

Tenha uma ampla visão do cenário penal do país e seja um especialista em ciência penal e penitenciário.

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Imagem do Professor(a) Jackson da Silva Leal

Coordenador(a)

Jackson da Silva Leal

Jackson da Silva Leal, doutorado em direito pela Ufsc, mestrado em politica social (ucpel), graduado em direito, advogado criminal , coord. Da escola superior da da advocacia oab criciuma/sc, professor permanente do programa de mestrado da unesc, coord do grupo andradiano de criminologia da unesc

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Obras de Destaque do Curso

A Política Criminal de Drogas no Brasil

CARVALHO, Salo de.

Publicada originalmente em 1996, esta obra foi integralmente revisada, ampliada e atualizada de acordo com as disposições da Lei 11.343/06. A primeira parte do livro apresenta um diagnóstico das bases político-criminais que fundamentam o modelo repressivo nacional de combate às drogas. A discussão sobre a descriminalização ocupa a segunda parte. Investigando as distintas tendências contemporâneas, o livro descreve as formas legislativa e judicial de descriminalização das drogas, tomando como referência os custos da criminalização. O tema ganha extrema relevância em razão do atual debate, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, sobre a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Salo de Carvalho crê na insustentabilidade jurídica do modelo proibicionista e apresenta alternativas concretas de descriminalização e de políticas de redução de danos. A terceira parte apresenta um estudo dogmático (normativo) do Direito Penal das Drogas. Em relação ao tráfico, examina a configuração da tipicidade, a (des)proporcionalidade das penas, o consumo compartilhado, as hipóteses de incidência da Lei dos Crimes Hediondos, as situações dependência, a aplicação de penas restritivas de direitos e os processos de criminalização das práticas de redução de danos e de manifestações culturais. Sobre o porte para consumo, discute a (in)constitucionalidade do art. 28 da Lei 11.343/06, a aplicação do princípio da insignificância e a natureza das penas previstas.

DROGAS: a história do proibicionismo

CARNEIRO, Henrique

Você sabia que os revolucionários bolcheviques concordavam com a proibição da vodca imposta pelo czar Nicolau II até assaltarem o poder e perceberem que o estado soviético dependeria daquela receita para fazer avançar a revolução? Que o Canada, assim como o estado soviético fazia com a vodca, tem hoje um monopólio estatal para distribuir maconha? Que a proibição do consumo de certas plantas, como café, cevada, papoula, cannabis, folha de coca, tabaco e etc. é uma ideia recente que começou a se proliferar no final do século XIX com o nascimento da biopolítica? Que a classificação de certas plantas como “drogas” e a sua divisão entre ilícitas, lícitas medicinais e as lícitas recreativas é extremamente recente? Quando começaram a criminalizar certas substâncias que não fazem mal a ninguém – a não ser ao próprio usuário? Por que plantas que estimulam a produtividade, cruciais para o funcionamento do capitalismo, são abertamente comercializadas – apesar dos seus danos à saúde? Todas as questões, entre outras, dão a tônica do livro “Drogas: a história do proibicionismo”, escrito pelo professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e especialista em história da alimentação, Henrique Carneiro. O livro, além de resgatar algumas proibições históricas da antiguidade, traça uma análise de diferente interdições promovidas pelos Estados modernos na França, Canadá, Estados Unidos, Rússia e China. O livro também discorre sobre a revolução psicoativa do final do século XX e como o capitalismo se apropriou desta questão para transformá-la em mercadoria, enquanto criminaliza consumo de grupos colonizados e não hegemônicos.

Exemplo de resumo

Ao final da especialização, você será capaz de:

  • Analisar políticas criminais

    Compreender o histórico da criminalização das drogas, a política criminal contemporânea, o encarceramento e os debates sobre descriminalização e seletividade penal.

  • Compreender o processo penal

    Analisar a formação histórica e teórica do Processo Penal, suas matrizes inquisitória e acusatória, o direito de defesa e as garantias processuais no sistema brasileiro.

  • Atuar em temas sensíveis de violência

    Compreender a legislação penal relacionada à violência contra a mulher, crimes sexuais, questões de gênero e as estruturas institucionais de enfrentamento.

  • Aplicar garantias e justa causa

    Analisar os pressupostos da ação penal, a justa causa, o inquérito policial e os limites do poder de punir à luz do garantismo penal.

  • Integrar criminologia crítica

    Compreender a criminologia crítica, a economia política da prisão e os impactos sociais, econômicos e políticos do sistema punitivo contemporâneo.

  • Atuar estrategicamente na defesa penal

    Aplicar teoria do delito, teoria da prova, habeas corpus, recursos penais e estratégias defensivas na atuação prática e crítica do Processo Penal.

Benefícios UNESC Digital

Mentoria de Carreira

Mentorias online e ao vivo com profissionais de destaque no mercado. Conteúdos focados em carreira, comunicação, liderança e autodesenvolvimento

+300 Cursos Gratuitos

Em parceria com o Sapiencia 360, vamos disponibilizar para você uma plataforma com mais 300 cursos extras, com foco em evolução dos seus soft skills e outras habilidades profissionais.

Para quem é esse curso

Esse curso é ideal para profissionais que desejam aprofundar a compreensão crítica do Processo Penal e da Política Criminal, analisando o funcionamento do sistema penal brasileiro, suas garantias processuais e os impactos sociais da punição.

Público-alvo

O curso é direcionado a bacharéis em Direito, advogados, defensores públicos, membros do sistema de justiça, pesquisadores e profissionais interessados em atuação penal, política criminal e direitos fundamentais.

Objetivo do curso

O objetivo é capacitar profissionais para analisar, interpretar e atuar criticamente no Processo Penal, compreendendo a política criminal, a teoria do delito, o sistema de garantias e os limites do poder punitivo do Estado.

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Perguntas frequentes